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terça-feira, 8 de maio de 2012


Caminho de Viseu
 
Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu 
Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu
Encontrei o meu amor, ai Jesus que lá vou eu 
Ora zus - trus - trus 
Ora zás - trás - trás 
Ora zus - trus - trus 
Ora zás - trás - trás 
Ora chega, chega, chega 
Ora arreda lá para trás
Ora chega, chega, chega 
Ora arreda lá para trás


Barata
A barata diz que tem 
Sapatinhos de veludo
É mentira da barata
O pé dela é que é peludo
AH, AH, AH, EH, EH, EH
O pé dela é que é peludo
 
A barata diz que tem 
Uma cama de marfim 
É mentira da barata 
Ela dorme é no copim 
AH, AH, AH, EH, EH, EH 
Ela dorme é no copim
 
A barata diz que tem 
Sapatinhos de fivela
É mentira da barata
Os sapatos não são dela
AH, AH, AH, EH, EH, EH
Os sapatos não são dela.
 



Atirei o pau ao gato.
Atirei o pau ao gato to - to
Mas o gato to-to não morreu
Não morreu eu-eu
Dona Chica ca-ca assustou-se se
Com o berro, com o berro
Que o gato deu - miau.

Assentada à chaminé é-é
Veio uma pulga ga-ga mordeu o pé é-é
Ou ela chora ou ela grita
Ou vai-se embora - pulga maldita

quarta-feira, 21 de março de 2012

Os três porquinhos

Era uma vez, na época em que os animais falavam, três porquinhos que viviam felizes e despreocupados na casa da mãe.
A mãe era ótima, cozinhava, passava e fazia tudo pelos filhos. Porém, dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar.
Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse: 
__Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos. 
A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa. 
Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos: 
__Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe. 
Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar. 
Cada porquinho queria usar um material diferente. 
O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo: 
__ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas. 
O porquinho mais sábio advertiu: 
__ Uma casa de palha não é nada segura. 
O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite: 
__ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar. 
__ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger? 
__ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar connosco depois da construção da casa? 

Contos, fabulas e historinhas: Os  Três Porquinhos
__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho. 
O porquinho mais velho, o trabalhador, pensava na segurança e no conforto do novo lar. 
Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando. 
__Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos. 
Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas. 
O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa. 
Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada. 
__Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio. 
O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda! 
Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos. 
Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo. 
O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo: 
__ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo. 
__ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador. 
O porquinho continuou quieto, tremendo de medo. 
__Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar. 
O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão. 
O lobo correu atrás. 
Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha. 
__Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo. 
Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta. 
Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:
__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos. 
__ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu. 
Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho. 
Chegando lá pediram ajuda ao mesmo. 
__Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho. 
Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los: 
__ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho! 
__Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho. 
__ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu. 
Soprou novamente mais forte e nada. 
Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa. 
O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte. 
Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora. 
__ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho. 
No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas. 
__ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos. 
Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor? 
Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco. 
O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou: 
__ Frutas fresquinhas, quem vai querer? 
Os porquinhos responderam: 
__ Não, obrigado. 
O lobo insistiu: 
Tome peguem três sem pagar nada, é um presente. 
__ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui. 
O lobo furioso se revelou: 
__ Abram logo, poupo um de vocês! 
Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor. 
De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado. 
Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes. 
O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo. 
___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras. 
Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar. 
Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.
Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Três pombinhas a voar


Lá vai uma, lá vão duas,

Três pombinhas a voar.

Uma é minha, outra é tua,

Outra é de quem a apanhar.

A criada lá de cima,

É feita de papelão.

Quando vai fazer a cama,

Diz assim para o patrão:

Sete e sete são catorze,

Com mais sete vinte e um.

Tenho sete namorados

E não gosto de nenhum.